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Qualidade de vida em primeiro lugar

Qualidade de vida em primeiro lugar

Um renomado urologista, apesar de bem sucedido em sua carreira, passava por um momento difícil. Com uma rotina atribulada e corrida, vinha deixando sua vida pessoal e familiar se deteriorar cada vez mais. Além de atender em seu consultório particular quatro dias da semana, ainda trabalhava em dois hospitais particulares. No final das contas, sobrava pouco tempo para dedicar ao seu aprimoramento profissional, a sua mulher e filhos e ao lazer, de maneira geral.

O problema é que infelizmente, o médico não via saída para a sua situação. Como tinha um elevado padrão de vida, com gastos muito altos (e por vezes, desnecessários) não poderia se dar ao luxo de dedicar menos dias ao seu consultório ou mesmo abdicar de um dos hospitais particulares. Ao mesmo tempo, percebia nitidamente que sua vida estava saindo dos “trilhos”. Não conseguia fazer coisas que gostava, discutia constantemente com a esposa e sentia-se distante dos filhos. Cada vez mais estressado e angustiado, teve a certeza de que precisava dar um basta nesta situação quando a recepcionista fez-lhe a seguinte observação:

_ Doutor, o senhor aparenta estar bem cansado. Aconteceu alguma coisa com o senhor?

Foi até o espelho e olhou com atenção para a sua imagem refletida: realmente, estava péssimo.Como alguém com um aspecto tão ruim poderia cuidar da saúde dos outros? Além disso, começava a ficar dependente de calmantes. Olhou para sua foto na estante do consultório e mais uma vez para o seu reflexo no espelho: a diferença era gritante. Se na foto, sua aparência era saudável e transmitia disposição e confiança, a imagem refletida no espelho transmitia justamente o oposto: cansaço, indisposição e desilusão.

Saiu do consultório decidido. Chegou em casa e chamou a mulher para conversar. Queria colocar novamente sua vida em equilíbrio. Precisava trabalhar menos, ter uma rotina organizada, ter as finanças sob controle, passar mais tempo com a família, praticar exercícios e ainda reservar um tempinho para estudar e praticar seus hobbies. Sua esposa ainda estava incrédula em relação à mudança:

_ Será que você consegue arranjar tempo para tudo isso? Sua rotina é tão corrida...

Mas o urologista estava decidido. Ainda naquela semana, deu o primeiro passo: criou uma planilha com todas as suas contas e receitas. Com tudo organizado, viu que poderia abdicar de diversos gastos que considerou luxos desnecessários, como a mensalidade de um clube onde ele não comparecia há mais de um ano. Estabeleceu metas de gastos em casa e começou a controlar mais seu cartão de crédito. Logo percebeu que com as mudanças, poderia sair de um dos hospitais. Fez isso no mês seguinte.

Outro passo foi organizar sua agenda no consultório. Fez uma extensa reunião com sua recepcionista e combinaram de agendar somente um determinado número de pacientes por dia. Com isso, evitava atrasos e poderia dar uma atenção diferenciada para cada um deles, ao contrário de antes, quando realizava uma consulta em cerca de 15 minutos. Também não assumiria compromissos que poderiam comprometer sua agenda. Com isso, continuou a atender em seu consultório por quatro dias na semana, mas a situação era bem diferente. Conseguia dar atenção aos pacientes, os resultados foram melhores e ele próprio ficou mais satisfeito e tranquilo em relação ao seu trabalho. Passou a dedicar apenas um dia ao outro hospital.

Com as contas em ordem e a rotina profissional organizada, era a hora de gerenciar seu tempo livre e dedicá-lo às atividades que antes não encontravam espaço na agenda. Matriculou-se com a esposa em uma academia, passou a caminhar três vezes por semana e jantava com a família todos os dias. Nas sextas, ainda se dava ao luxo de sair um pouco mais cedo do consultório para ir jantar fora.

Passados seis meses desde que optou por mudar de vida, o urologista e sua família passavam por uma nova fase, muito mais equilibrada, saudável e acima de tudo, feliz. Ele até encontrou tempo para se matricular em um MBA sobre gestão em saúde, algo que desejava há algum tempo. De fato, aprendeu que qualidade de vida deve vir sempre em primeiro lugar.

As opiniões emitidas nesta publicação são de seus atores e não refletem necessariamente as opiniões e recomendações da Bayer.
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Última Atualização: 2016

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